Michael Jackson nasceu, viveu e morreu menino. Sempre precisou de um colo amigo, alguém que lhe desse segurança, sobretudo nas horas de dificuldades. Os homens maus descobriram essa carência e resolveram tirar proveito da situação. É complicado. Quem gostaria de ter amigos carentes e ricos senão para tirar proveito? Até mesmo os parentes mais próximos.
Michael foi um fenômeno, vendeu milhões de albuns e fez fortuna, que gastava com coisas e manias extravagantes, porque era carente. De amor, carinho, companheirismo, cumplicidade...
Foi vitima de preconceito, da mira dos tablóides, da ganância de pessoas inescrupulosas capazes de vender a própria mãe por míseros dólares. Foi vítima de falsários, oportunistas e acusado de vários escândalos, entre os quais o mais devastador de todos: pedofilia. Um menino frágil acusado de abusar de meninos. Acusações levianas, de homens maus, que tem pedra de mó no lugar do coração, só para extorquir seu dinheiro. Sua irmã Latoya Jackson afirma que ele foi assassinado e sabe quem são os assassinos, vejam aqui.
Lembro de Michael na década de 70, mais precisamente em 1972 quando lançou a música Ben. Foi a primeira música que aprendi a tocar no violão e foi a primeira que consegui traduzir. Eu tinha 12 anos. Ben era o amigo imaginário de Michael, e estava junto dele no momento em que sofreu o ataque de coração. Segurou suas mãos, bem forte, e disse: "você não está sozinho, amigo, eu ainda estou aqui!".
Escutem Ben. Esta é a canção que me lembra Michael Jackson, e que guardo no meu coração. Eu e meu Ben...Vejam o vídeo do original aqui. [...]
Boris Casoy é “uma vergonha”
19 minutos atrás










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