Morreu na madrugada desta sexta-feira (12), em Osasco (SP), o cartunista Glauco Villas Boas, 53, conhecido como Glauco. Ele foi vítima de uma tentativa de assalto em sua residência no bairro de Santa Sé. A casa foi invadida por dois homens armados, que tentaram levar os pertences da família. Ao tentar persuadir um dos bandidos armados, Glauco foi alvejado com quatro tiros à queima roupa. O filho dele, Raoni Villas Boas, 25, também foi atingido pelos disparos e morreu a caminho do hospital.[...]
O cartunista Glauco chegou a ser socorrido e levado ao hospital Albert Sabin, no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. As informações foram repassadas pelo advogado da família, Ricardo Handro. Segundo ele, o caso aconteceu por volta de meia-noite e os bandidos fugiram em um carro roubado. Ninguém foi preso até o momento, afirmou o advogado.
O caso foi registrado no 1° DP de Osasco e os corpos do cartunista e do filho já foram encaminhados para o IML da cidade.
Informações da UOL Notícias
Glauco Villas-Boas (Jandaia do Sul, PR, 1957 - ) era um desenhista e cartunista brasileiro.
Mudou-se para Ribeirão Preto em 1976, lá publicando seus primeiros trabalhos no Diário da Manhã.
Em 1984 começou a publicar no jornal Folha de São Paulo, onde desenvolveu os personagens Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse. Fez parte do elenco de redatores da TV Pirata e de alguns quadros do programa infantil TV Colosso, ambos da Rede Globo.
Músico, também toca em bandas de rock. Para o público infantil, leitor do suplemento semanal "Folhinha" criou o personagem Geraldinho, que é uma versão light (no traço e na temática) do seu personagem Geraldão
O respeito pela vida? Há tempos se acabou...
O caso foi registrado no 1° DP de Osasco e os corpos do cartunista e do filho já foram encaminhados para o IML da cidade.
Informações da UOL Notícias
Glauco Villas-Boas (Jandaia do Sul, PR, 1957 - ) era um desenhista e cartunista brasileiro.
Mudou-se para Ribeirão Preto em 1976, lá publicando seus primeiros trabalhos no Diário da Manhã.
Em 1984 começou a publicar no jornal Folha de São Paulo, onde desenvolveu os personagens Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse. Fez parte do elenco de redatores da TV Pirata e de alguns quadros do programa infantil TV Colosso, ambos da Rede Globo.
Músico, também toca em bandas de rock. Para o público infantil, leitor do suplemento semanal "Folhinha" criou o personagem Geraldinho, que é uma versão light (no traço e na temática) do seu personagem Geraldão
O respeito pela vida? Há tempos se acabou...








